Minha primeira vez viajando sozinha


O intercâmbio da AIESEC se propõe a ser um intercâmbio inovador que vai muito além de uma simples viagem. Queremos que cada intercambista desenvolva 4 qualidades no seu intercâmbio: autoconhecimento, foco  nas soluções, visão global e capacidade de empoderar pessoas.  

E foi exatamente isso que a  Monica Souza Campos resolveu fazer, aos 19 anos ela saiu sozinha do país pela primeira vez   para conhecer e trabalhar na Hungria e Romênia; Ela trabalhou em dois projetos, GlobeKids e Winter Vitamins e focou no Leste Europeu pela facilidade de viajar entre os países, Monica foi escolhida para os projetos em Budapeste e Bucareste  e ficou muito feliz porque são dois lugares fantásticos.

AIESEC: Por que você escolheu a AIESEC?

Monica: Escolhi a AIESEC exatamente por não querer fazer um intercâmbio só pra passear e estudar inglês mas, pra ter a oportunidade de fazer alguma diferença com a minha presença no país que estivesse. Participei do GlobeKids em Budapeste, HU e WinterVitamins Bucareste, RO. Estive no Leste Europeu entre Outubro/14 a Fev/2015 e é difícil listar tudo o que aprendi (é também difícil descrever o frio que passei rs).

 

AIESEC : Como era o seu trabalho? 

 Monica: Na Hungria ensinava inglês para crianças de 3-6 anos e ajudava a cuidar delas, mas na “troca”, elas me ensinaram carinho, inclusão e a arte da paciência as vezes rsrs. Era incrível ver crianças tão pequenas e já tão inteligentes, com senso de inclusão social, compaixão e igualdade e sendo sempre incentivadas a serem receptivas à novas culturas e etnias, e na Romênia, tivemos um projeto com adolescentes inteligentíssimos, engajados e envolvidos com a história e política do seu país. Foram dias incríveis.

 

 

AIESEC: Como foi viajar sozinha para o exterior pela primeira vez? 

Monica:”Foram 04 meses, 02 projetos, 09 países, muitos lugares e muitas histórias.  Saí do Brasil aos 19 anos e sozinha pela primeira vez, com objetivo de ter uma experiência incrível e concluo que tive êxito! O choque cultural é inevitável, ambos são países muito ricos culturalmente, da língua à comida, dos costumes às tradições. Foram tantos “pela primeira vez”. Vi neve, morei em hostel, comemorei meu aniversário longe da família e cercada de estrangeiros, passei o Natal em Paris, Ano Novo em Londres, andei de trem, escalei montanha na neve, comi tanta coisa diferente, enfim, tudo pela primeira vez. Me vi mais independente do que nunca, e os momentos de auto avaliação e auto conhecimento são inevitáveis.Viajava para um país/lugar diferente a cada final de semana, conheci pessoas de tantas nacionalidades que também é difícil listar.

AIESEC:  Qual frase define sua viagem viajando sozinha? 

Monica:  Eu classifico a oportunidade de aprendizado diário,  como uma experiência que todo mundo deveria se permitir pelo menos uma vez na vida. Eu tenho uma satisfação enorme por ter tido a oportunidade de viver as experiências que vivi, estar nos lugares que estive, aprender o que aprendi e agora, ter as lembranças que tenho. Já completou um ano que fui, de forma que já me sinto na obrigação de me permitir de novo, pois “um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”, já dizia Amyr Klink.

 

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