Cidadão Global: Destinos – Ásia

Aterrissamos agora no continente asiático para contar um pouco mais sobre alguns dos países que a AIESEC te dá a oportunidade de conhecer por lá.

O maior continente do mundo tem lugares incríveis e é uma chance de novas experiências. Pra quem busca autoconhecimento, a Ásia é um destino bastante interessante, já que é muito associada à sabedoria e a espiritualidade. Inclusive, muitos dos grandes líderes religiosos são asiáticos: Jesus Cristo, Buda e Maomé, por exemplo.

Afim de um intercâmbio diferente? Conheça alguns destinos do Cidadão Global na Ásia:

 

1- Índia

Cidadão Global - Índia

 

Esse país colorido e cheio das tradições é um dos destinos mais recorrentes dos intercambistas da AIESEC! A Índia possui diversas atrações: de passeios em elefantes até visitas aos rios sagrados e templos hinduístas (o hinduísmo é a religião mais popular por lá).

Na hora de se alimentar, provavelmente você irá se deparar com uma comida super apimentada e temperada, aproveitando as variedades de ervas e especiarias do país. Ah! E não estranhe se vir pessoas comendo com a mão, viu? Isso é bem comum na Índia. Porém, use a mão direita, pois a esquerda é considerada sujinha e para ser usada na hora de ir ao banheiro.

 

A realidade da mulher na Índia e como podemos mudar isso através do intercâmbio

 

2- Tailândia

Cidadão Global - Tailândia

 

Procure “Tailândia” no Google que você vai se deparar com lugares mágicos, ótimos para seu Instagram, diga-se de passagem. Esse país, essencialmente budista, é bem legal para quem está afim de aflorar seu lado espiritual. Inclusive, se você ama luzes, lá existe o Yi Peng Lantern Festival, uma celebração para a purificação espiritual (xô energias ruins!), que envolvem lanternas de papel com velas dentro. Além disso, nesse país você verá uma mistura de arquitetura antiga com construções super modernas de cair o queixo.

 

10 curiosidades sobre a Tailândia

 

3- Malásia

Cidadão Global - Malásia

 

Sua vizinha Tailândia rouba a cena, mas a Malásia também não deixa a desejar. O lugar possui praias e ilhas lindas! Viajar para a Malásia também é uma ótima oportunidade de aprender vários idiomas, já que além do Malaio, encontramos uma galera que fala chinês e inglês. A maioria dos malaios seguem o islã, porém existem bastante budistas, hindus e cristãos, assim no país se comemora o ano novo 3 vezes, uma no calendário chinês, outra no ano novo islâmico e também na data do ocidental.

 

4- Singapura

Cidadão Global - Singapura

Singapura (pode escrever com C também) é um destino incrível e surpreendente. Mais uma vez te convido a jogar o nome do país no Google e verá o ar super moderno do lugar. A cidade-estado fica na pontinha da Malásia (mesmo sendo independente) e tem uma economia bem desenvolvida. Se você procura multiculturas, vai curtir bastante por causa da quantidade de chineses, malaios e indianos tudo se mistura. Aproveite para passear bastante, já que o transporte por lá é bastante organizado e eficiente.

 

5-  Indonésia

Cidadão Global - Indonésia

A Indonésia é o maior arquipélago do mundo, cercada pelos oceanos Índico e Pacífico. É um lugar muito rico em paisagens naturais, sendo o segundo em biodiversidade depois do Brasil. Se você curte coisas exóticas vai adorar os lugares, os alimentos, os animais e tudo mais.  A Indonésia também está na lista de um dos países mais simpáticos do mundo.

 

Após seu intercâmbio na Indonésia, estudante cria um negócio social

 

Ficou com vontade de conhecer esses lugares mais de perto, né? Se informe com a gente! Clique AQUI e seja você um Cidadão Global!

 

Como o intercâmbio desenvolve uma segunda língua

A AIESEC oferece intercâmbios para diversos países ao redor do mundo. Além de conhecer novas culturas, trabalhar em lugares incríveis, conhecer gente nova e ajudar grandes projetos sociais, o intercâmbio é uma das melhores formas de desenvolver uma nova língua. A Maria Drumond, do Rio de Janeiro já realizou dois intercâmbios pela AIESEC e contou como essas experiências foram importantes para desenvolver uma nova língua.

“ Eu conheci a AIESEC através da internet. Estava procurando intercâmbios diferentes dos ”convencionais” e acabei me deparando com o site da AIESEC. Achei que não ia dar em nada, mas poucos dias depois entraram em contato e eu fui na entrevista. Quando vi qual era o propósito da instituição, fiquei encantada e já assinei o contrato ali na reunião mesmo. Eu sempre quis fazer voluntariado fora do país, e os valores da AIESEC se encaixam muito com os meus. Eu queria viajar com um propósito, queria fazer algo que me movesse e impactasse o mundo, e não apenas tirar fotos em pontos turísticos.”

 

Maria foi para a Índia e depois para Argentina.  Assim ela teve a oportunidade de exercitar e desenvolver o Inglês e Espanhol e conta qual a importância dessa vivência diária de aprendizado em outra língua:

“A importância de aprender com nativos é vivenciar a língua na sua ”raiz”. Ali você aprende a língua falada no dia-a-dia e tem contato de verdade com o idioma, o que é muito diferente de aprender só na sala de aula.”

Além disso, Maria destacou a importância desse aprendizado para o currículo.

O continente americano, como um todo, com raras exceções, é dominado pelas línguas inglesas e espanhola. Então, hoje em dia, é quase essencial ter as duas línguas no currículo. Com certeza isso me abriu muitas portas e oportunidades. Já aconteceu também de o entrevistador começar a falar em inglês na entrevista e eu precisar manter a conversação. Além disso, existem muitos materiais acadêmicos importantes em inglês, como artigos e livros, sem tradução ainda.”

 

 

Maria conta algumas das peculiaridades das línguas, enquanto viveu os intercâmbios:

“Na Índia existem duas expressões em hindi que são bem parecidas. Uma é ”shorna” e outra é ”shodna”.  Mas na hora de falar a diferença é quase imperceptível… Só que ”shorna” significa ”deixe ir, deixe passar” e ”shodna” significa um palavrão. Então é muito importante saber pronunciar direito rs”

 

 

“Na Argentina a gente brincava muito com as crianças com relação ao sotaque, porque em Buenos Aires a pronúncia do ”y” é bem forte, é quase como o ”x”. E a gente brincava muito com isso, ficávamos inventando várias frases como trava-línguas e falávamos com o sotaque bem puxado e muito rápido para as crianças repetirem, era bem engraçado.”

 

Quer viver uma experiência como a da Maria?  Acesse nosso site e inscreva-se!

 

Minha primeira vez viajando sozinha


O intercâmbio da AIESEC se propõe a ser um intercâmbio inovador que vai muito além de uma simples viagem. Queremos que cada intercambista desenvolva 4 qualidades no seu intercâmbio: autoconhecimento, foco  nas soluções, visão global e capacidade de empoderar pessoas.  

E foi exatamente isso que a  Monica Souza Campos resolveu fazer, aos 19 anos ela saiu sozinha do país pela primeira vez   para conhecer e trabalhar na Hungria e Romênia; Ela trabalhou em dois projetos, GlobeKids e Winter Vitamins e focou no Leste Europeu pela facilidade de viajar entre os países, Monica foi escolhida para os projetos em Budapeste e Bucareste  e ficou muito feliz porque são dois lugares fantásticos.

AIESEC: Por que você escolheu a AIESEC?

Monica: Escolhi a AIESEC exatamente por não querer fazer um intercâmbio só pra passear e estudar inglês mas, pra ter a oportunidade de fazer alguma diferença com a minha presença no país que estivesse. Participei do GlobeKids em Budapeste, HU e WinterVitamins Bucareste, RO. Estive no Leste Europeu entre Outubro/14 a Fev/2015 e é difícil listar tudo o que aprendi (é também difícil descrever o frio que passei rs).

 

AIESEC : Como era o seu trabalho? 

 Monica: Na Hungria ensinava inglês para crianças de 3-6 anos e ajudava a cuidar delas, mas na “troca”, elas me ensinaram carinho, inclusão e a arte da paciência as vezes rsrs. Era incrível ver crianças tão pequenas e já tão inteligentes, com senso de inclusão social, compaixão e igualdade e sendo sempre incentivadas a serem receptivas à novas culturas e etnias, e na Romênia, tivemos um projeto com adolescentes inteligentíssimos, engajados e envolvidos com a história e política do seu país. Foram dias incríveis.

 

 

AIESEC: Como foi viajar sozinha para o exterior pela primeira vez? 

Monica:”Foram 04 meses, 02 projetos, 09 países, muitos lugares e muitas histórias.  Saí do Brasil aos 19 anos e sozinha pela primeira vez, com objetivo de ter uma experiência incrível e concluo que tive êxito! O choque cultural é inevitável, ambos são países muito ricos culturalmente, da língua à comida, dos costumes às tradições. Foram tantos “pela primeira vez”. Vi neve, morei em hostel, comemorei meu aniversário longe da família e cercada de estrangeiros, passei o Natal em Paris, Ano Novo em Londres, andei de trem, escalei montanha na neve, comi tanta coisa diferente, enfim, tudo pela primeira vez. Me vi mais independente do que nunca, e os momentos de auto avaliação e auto conhecimento são inevitáveis.Viajava para um país/lugar diferente a cada final de semana, conheci pessoas de tantas nacionalidades que também é difícil listar.

AIESEC:  Qual frase define sua viagem viajando sozinha? 

Monica:  Eu classifico a oportunidade de aprendizado diário,  como uma experiência que todo mundo deveria se permitir pelo menos uma vez na vida. Eu tenho uma satisfação enorme por ter tido a oportunidade de viver as experiências que vivi, estar nos lugares que estive, aprender o que aprendi e agora, ter as lembranças que tenho. Já completou um ano que fui, de forma que já me sinto na obrigação de me permitir de novo, pois “um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”, já dizia Amyr Klink.

 

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Vivendo desafios e descobrindo a Índia

Hoje, você vai conhecer um pouco da história da Thauana Alice Tavares Teoro. Ela tem 26 anos e fez um intercâmbio incrível para Índia.  Confira a história dela e se encante com a Índia:

Meu Intercâmbio 

Eu conheci a AIESEC quando eu estudava  na Universidade Estadual de Londrina. Meus amigos trabalhavam na AIESEC e eu sempre  ouvi falar, principalmente dos intercâmbios.  Quando estava no meu último ano de faculdade queria fazer um intercâmbio assim que me formasse e achei muito interessante a ideia do intercâmbio da AIESEC. Ele te proporciona a oportunidade de trabalhar na sua área de formação e isso seria ideal para meu momento “recém-formada”, em busca de uma experiência profissional de peso.

 

 

Quando eu comecei meu processo para o intercâmbio com a AIESEC, eu procurei nos primeiros meses vagas em comunicação na Europa. Reparei que para minha área não haviam muitas vagas na Europa e as que haviam tinham restrições de línguas (alguns exigiam dutch, ou francês e já vi até mandarim) que eu não tinha conhecimento ou exigência por estudantes (eu já havia me formado).

Encontrei muitas vagas em comunicação na Ásia e em uma reunião com um dos membros da AIESEC de Londrina que cuidava desta parte de intercâmbio ele me disse uma coisa que mudou meu rumo por busca de vagas “não se restrinjam apenas a países convencionais ( como os da Europa ). Se existem muitas vagas na sua área na Ásia, Índia por exemplo, é porque lá oferecem boas oportunidades para aprendizagem e boas empresas. Deem uma chance”. Obrigada  Saulo pela dica, foi assim que eu me abri para Ásia, em específico Índia, pois lá estava a maioria das vagas na minha área.

Comecei a procurar por bons Jobs no país e em parelelo pesquisar sobre o país e fui me encantando. Pensei que precisava ir pra Índia, pois seria a experiência mais fora da minha zona de conforto possível. Além disso,  essa era minha hora de conhecer o país, pois em outras circunstância dificilmente seria um país na minha lista de destinos para turismo (antes de ir pra lá, porque agora morro de vontade de voltar para turistar mais).

 Minha vida na Índia 

Morei na Índia por 4 meses, trabalhei em Chennai no sul da Índia em um grupo indiano chamado Watanmal, que contém 4 marcas de alimentos com mercado na África do Sul. Trabalhei com comunicação e relacionamento com potenciais suppliers e stakeholders.

Quando fui já saberia que teria que abrir minha mente em relação a muitas coisas e me desapegar de muitas coisas. Foi muito mais que isso. Qualquer intercâmbio que você faça e todos seus momentos, experiências e sentimentos serão mais intensos, mas a Índia triplica isso. Profissionalmente peguei muito mais confiança e fluência no meu inglês. Tive a sorte de trabalhar em uma empresa excelente e com ótimas pessoas ao meu redor. Indianos podem ser muito folgados com mulher, ainda mais os homens e considerando que de 100 funcionários no escritório que eu trabalhava 6 eram mulheres e 94 homens, mais ou menos, tive sorte de não ter tido problema com ninguém. Aprendi muito, em um ambiente extremamente desafiador, afinal trabalhava em inglês e com o adicional do sotaque indiano. Rsrs Me desafiei muitas vezes, tive que ser pró ativa e  me surpreendi com as milhares de breaks que os indianos fazem ao longo do dia.

 

Conhecendo outras culturas 

Convivi com 10 pessoas em uma casa com culturas diferentes, de vários países, com hábitos diferentes, costumes e manias diferentes. Tive que aprender a ouvir muito mais do que estava acostumada, ser mais cuidadosa e organizada além de muito mais paciente. Conheci sobre cada cultura de cada pessoa que morou comigo, aprendi a conviver com essas diferenças. A Índia e os indianos, com essa mania de querer ganhar um bom ‘troco’ a mais em cima dos estrangeiros, me ensinou a me impor, impor o que acho justo e minha opinião, ser pulso firme e a ter muita paciência. Ao mesmo tempo aprendi a ser mais gentil com o próximo, e apreciar pequenos gestos de gentileza. Comecei a valorizar muito mais o significado de pontualidade, já que indianos são extremamente atrasados em tudo , o famoso “5 minutes” chegou a durar 2h em uma situação, e vi o quanto isto é desrespeitoso e irritante.

Me senti pequena em diversas situações. Pequena pois, presenciei como este mundo é enorme e não sabemos  nada sobre a vida. Estamos constantemente em aprendizado. Na Índia comecei a perceber como meu corpo e organismo não sentem falta alguma de carne vermelha, e por causa da Índia deixei de comer carne vermelha. Percebi que não conhecia nada de comida apimentada antes de ir morar lá e me viciei no Masala Chai e Biryani e Nan, comida indianas. Me apaixonei ainda mais por elefantes e conheci lugares surreais de lindos, como Himalais e Taj Mahal. Pude presenciar uma desigualdade social chocante, onde famílias passam o mês com 200 dólares ou menos, enquanto seus chefes andam de carros importados. Tive que me acostumar a andar cobrindo os ombros, na maioria das vezes com uma scarf, mesmo com super calor, ao barulho de buzina das 6h até 22h e ao trânsito terrível que tinha em Chennai.

 

Depois da Índia 

Poderia escrever mais 10 páginas sobre o que eu vive na Índia e como mudei para melhor lá. Na verdade a Índia me transformou. Eu mudei a forma como enxergo o mundo, a profissional que eu quero ser, tive mais certeza ainda que eu amo minha profissão, além de que esta experiência profissional no meu currículo me abriu muitas portas quando voltei para o Brasil. Fiz amizades para a vida inteira, amadureci e me transformei em uma pessoa melhor e mais aberta e preparada para enfrentar desafios. O que muitos já ouviram dizer sobre a Índia é a mais pura verdade: quem consegue sobreviver à Índia, sobrevive a qualquer coisa. rsrs

 

 

 

Faça como a Thauana e transforme a sua vida com um Intercâmbio! 

Meu intercâmbio para a Rômenia

O Pedro Diamante quis se tornar um Cidadão Global  e fazer a diferença no ambiente em que ele vivia. E para fazer a diferença e impactar a vida de outras pessoas ele resolveu fazer um trabalho voluntário. Ele fez um intercâmbio para a Romênia e viveu histórias incríveis, veja o que ele contou:

AIESEC: Quais foram as suas primeiras impressões quando você chegou na Romênia? 

Pedro: Meu intercâmbio começou ainda no Brasil, quando eu entrei em um avião enorme de origem alemã onde nenhuma comissária de bordo falava  português. Após 12 horas desembarquei em Munique – Alemanha. 4 horas de espera me deu tempo suficiente para dar aquela treinada no inglês ainda dentro do aeroporto. Quando entrei no avião que me levaria ao meu destino final, Bucareste – Romênia, o frio na barriga começou. Quem estaria lá me esperando? Como vou passar pelo controle de passaporte? Será que minhas malas foram extraviadas? O que é exatamente ser um estrangeiro? Todas essas e mais perguntas eu teria a resposta em 62 dias de uma incrível jornada. Bom, malas em mão, entrei no país, e lá estavam duas desconhecidas com meu nome escrito em um papel branco. Finalmente cheguei “em casa”. Durante as duas primeiras semanas foram chegando mais intercambistas. Finalmente completamos a casa: 18 pessoas num lugar que posso dizer que cabiam 5.

 


AIESEC: Em qual projeto você trabalhou e como foi a experiência? 

Pedro: Tivemos treinamentos com o pessoal da AIESEC e logo começamos a trabalhar. Meu trabalho era desenvolver diversas atividades com crianças e adolescentes de orfanatos. Foi um trabalho incrível. Enfim, o recesso de natal e ano novo chegou. Queríamos conhecer alguns países perto da Romênia, porém nem todos podiam viajar pela Europa sem visto. Então fomos eu, mais três brasileiros, um mexicano, uma argentina e um dos caras mais engraçados da casa: Benjamin, de Singapura. Com apenas uma mochila nas costas, passamos pela Bulgária, onde celebramos nosso natal. Depois seguimos para Sérvia, Croácia e enfim para Budapeste na Hungria – famosa por sua vida noturna. Nosso ano novo em Budapeste não poderia ter sido melhor. Todos foram para as ruas às margens do rio Danúbio. Italianos, franceses, chineses, brasileiros e diversas outras nacionalidades fizeram a festa naquela noite. Voltamos para Romênia e nosso trabalho continuou. Cada dia que vivi naquela casa foi especial. Noites em claro, jogando conversa fora com pessoas de 11 países diferentes. Nem tudo era bom, porém foram algumas coisas ruins que tornaram também essa experiência perfeita.

 

AIESEC: O que você mais gostou da viagem e qual recado deixaria para quem quer fazer um intercâmbio?

Se me disserem que neste exato momento em que dou meu relato que eu preciso fazer as malas e viver tudo novamente, eu iria sem pensar duas vezes. Eu não sei qual foi o motivo de eu ter escolhido a Romênia.  Mas, se precisar escolher o que mais gostei, eu posso afirmar com 100% de certeza que foi aquela pequena casa com 18 incríveis pessoas de 11 países distintos. Um dos melhores momentos era quando você estava lá sentado e ouvindo línguas diferentes, que apesar de você não entender nada, pareciam fazer sentido. Se eu tivesse que narrar como foi cada dia que vivi eu passaria mais dois meses somente escrevendo. Apesar de tudo que eu escrevi e tudo que você leu, somente sabe como é essa experiência quem a vive. Então eu me despeço com um único conselho: FAÇAM AS MALAS!!

 

Como fazer um intercâmbio pela AIESEC?

Você já imaginou viajar para outro país, conhecer gente interessante do mundo inteiro, ajudar pessoas com trabalho voluntário e ainda gastar muito pouco com essa viagem? Isso tudo é possível fazendo um intercâmbio pela AIESEC. Para participar da AIESEC é necessário ter entre 18 e 30 anos e ser universitário (ou formado em, no máximo, 2 anos).  Veja algumas dicas do que você precisa fazer para realizar essa viagem:

#1: Escolher qual programa você deseja fazer 

 A AIESEC oferece duas modalidades de programas: O Cidadão Global que tem como objetivo desenvolver a responsabilidade social, a liderança e o empreendedorismo. Nele o intercambista vivencia uma nova cultura através da realização de trabalho voluntário em ONGs e projetos educacionais e o programa conta com uma duração de 06 a 12 semanas, com oportunidades em áreas diversas. Já o Talentos Globais tem seu foco em oferecer estágio remunerado no exterior para jovens que atuam na área de gestão, engenharias e tecnologia da informação. Sua duração é mais longa, de três meses a um ano. Você pode se inscrever clicando aqui!

 #2: Escolher o seu destino e projeto

Um intercambista da AIESEC pode escolher entre vários países qual ele quer conhecer e trabalhar. A escolha dependerá da modalidade escolhida e do projeto. São opções na América do Sul, Leste Europeu, parte da Ásia  para trabalhar em escolas, ONG’s ou empresas.

#3: Saber Inglês ou Espanhol

É necessário que o intercambista saiba  inglês ou espanhol em um  nível intermediário para fazer partes dos intercâmbios. Isso o ajudará a  se comunicar no país escolhido além de realizar com mais facilidade, o trabalho que ele escolheu.

#4: Realizar entrevista

Depois que o intercambista escolhe o projeto e se inscreve, a AIESEC mais próxima  entrará em contato para marcar uma entrevista, conversar sobre o intercâmbio e explicar sobre os projetos. Com tudo certo o intercambista deverá pagar uma taxa para a AIESEC e assinar um contrato.

#5: Escolher uma vaga

Após assinar o contrato e decidir fazer o intercâmbio, o futuro viajante tem alguns meses para pesquisar e “casar” com uma vaga.  A AIESEC disponibiliza uma lista de países e cidades para a escolha do intercambista e, assim que a pessoa escolhe uma cidade e um projeto uma nova entrevista será marcada via skype com o pessoal do projeto pretendido. Se a vaga for aceita, é só fazer as malas e viajar!

Fazer um intercâmbio pela AIESEC é uma oportunidade excelente de  conhecer lugares pouco explorados em outros intercâmbios e também conhecer o dia a dia das cidades e dos moradores. Ficou com vontade de embarcar em uma nova experiência? Inscreva-se!