Por que você deve conhecer a Colômbia em 2017?

2016 está acabando e está na hora de se planejar para construir novas memórias. Que tal se organizar para uma experiência internacional ano que vem? Hoje, falaremos da Colômbia, um país maravilhoso para se viajar. Veja alguns motivos para conhecer esse destino em 2017:

1- Para ter mais alegria

A Colômbia possui uma bagagem cultural super diversa e uma das coisas mais legais dessa mala são as festividades. Conheça um pouco mais sobre alguns eventos coloridos e alegres do país para você aproveitar numa possível visita:

Feira das Flores em Medellín

Agosto é o mês em que a cidade de Medellín fica toda colorida por conta da Feira das Flores. Essa celebração é bem antiga e conta com outros eventos simultâneos como o Festival de Orquestras.

Carnaval de Barranquilla

Uma das festas mais famosas da Colômbia é o Carnaval de Barranquilla. Se você é festeiro vai amar o evento que acontece no primeiro trimestre do ano, mais ou menos na mesma época em que curtimos aqui no Brasil. São bloquinhos de rua, desfiles, vários artistas e grupos folclóricos!

2- Para economizar dinheiro

A melhor maneira de ter dinheiro é economizando, existe alguma dúvida disso? (a não ser que você ganhe na “mega da virada”). Então, se você está querendo fazer uma viagem internacional, seja para turismo, intercâmbio ou os dois, a Colômbia é um ótimo destino.

Além de oferecer uma programação vasta e bem legal, o custo de vida no país não é dos mais altos. De acordo com o site Nômades digitais viver em Bogotá, por exemplo, é 23% mais barato do que em São Paulo.

Leia também: Colômbia, o único risco é querer ficar

3- Para ter mais amor

Os colombianos são um povo bastante caloroso e que adora receber estrangeiros. A maioria das pessoas são muito simpáticas e prestativas. Inclusive, percebemos o carinho dos colombianos recentemente nas homenagens e solidariedade prestada aos brasileiros após o acidente aéreo com a equipe da Chapecoense, a caminho de uma partida de de futebol contra o time colombiano Atlético Nacional.

4- Para ter mais paz

San Andrés é um ótimo passeio turístico para quem quer dar uma relaxada. A ilha isolada pertence a Colômbia e é muito boa para desfrutar do sol em praias lindas, com areia branca e uma boa infraestrutura para os turistas. Você pode realizar atividades como canoagem, mergulho e muito mais.

5- Para ter mais aprendizado

Se você quer fazer mais pelo mundo em 2017 e conhecer o país vai adorar participar de um dos nosso programas, o Shape Colômbia. A iniciativa da AIESEC em parceria com o governo e a organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais, British Council, visa ensinar inglês para crianças estudantes de escolas públicas e ampliar a mentalidade global delas.

Se jogue nessa oportunidade!

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Descubra o Equador!

Sempre incentivamos nossos potenciais intercambistas a explorar, não só a experiência da viagem para outro país, mas também a possibilidade de conhecer um destino diferente dos habituais. Hoje vamos contar pra você um pouquinho sobre o Equador, o país que fica bem na metade do mundo. Quem sabe seja o cenário da sua próxima aventura?

Darwin e o Equador

As ilhas Galápagos, região pertencente ao Equador, foram uma foram essenciais para Charles Darwin. o naturalista observou muitas  espécies que inspiraram a importantíssima Teoria da Evolução. Logo, o país foi essencial pra o surgimento da obra “A origem das espécies”.

Leia também: Uma semana em cada país – Equador

Terra dos Vulcões

Uma das paisagens naturais mais comuns do Equador são os vulcões. O país tem 64 deles, sendo que 11 ativos.  A partir de Quito, é possível ver a Avenida de los Volcanes, rota composta por uma cadeia de montanhas que abrange 27 vulcões. Inclua na sua rota de turismo!

Siga o lema!

O Equador tem um Slogan que funciona meio como um lema do país.

“-Pumba: É! É o nosso lema!

-Simba: Lema? O que é isso?

-Timão: Nada, não confunda com lesma”

“Ecuador Ama La Vida” é uma frase bastante vista na comunicação do país. E não é pra menos, já que essa frase pode fazer bastante sentido quando você explora o lugar e descobre as paisagens do litoral, dos Andes, parques naturais e a própria cultura diversa, alegre e colorida do país.

Leia também: Mais uma voltinha pelo Equador

Iguarias Equatorianas

O Equador se assemelha com o Brasil em algumas coisas, inclusive uma parte da culinária pelos pratos preparados com carne bovina, farinha, batata e milho. Mas existem algumas coisas que definitivamente fazem os brasileiros torcerem o nariz. Algumas iguarias do país são bem diferentes pra gente, mas isso não faz com que elas deixem de ser gostosas. A carne de Porquinho da Índia mesmo é bastante apreciada no Equador. Apesar disso, vemos também muitas delícias como a sobremesa Seiva de Pessegueiro. Ela é feita a base de açúcar, leite condensado e suco de pêssego.

Venha ensinar no Equador 😉

Se você tem vocação para a área educação vai adorar o projeto Time to teach no Equador. Desenvolvido pelo Ministério da Educação do país, o projeto em parceria com a AIESEC, busca, através da imersão cultural e do ensino da língua inglesa em instituições de ensino médio e fundamental, ajudar a transformar a realidade de jovens em situação de vulnerabilidade social no país.

Curtiu o Equador e está a fim de exercer sua liderança por lá?

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5 coisas vindas do México que fazem do mundo um lugar mais legal

O México é um país incrível, com lugares maravilhosos, várias comidinhas deliciosas e uma cultura riquíssima. Mesmo não conhecendo o país, alguma coisa vinda dele já fez parte da sua história e contribuiu positivamente (ou não, no caso da Tequila :P) com ela. Veja só:

Chaves

Quem não gosta de Chaves? A história do órfão interpretado por Roberto Gómez Bolaños é muito popular, principalmente entre os países da América Latina. A atração foi considerada como um dos melhores programas de entretenimento na TV latino-americana. Apesar de algumas tretas entre os atores do elenco, a série já reuniu várias famílias na frente do televisor através das gerações.

Tequila

Ok, nem sempre a Tequila vai te render aqueeela experiência positiva, mas se você curte uma festa e aprecia a bebida já teve algum momento divertido com ela. Também, “Tequila” vem da palavra “tequilis” que significa “montanha de fogo”, então já viu, né? A graduação alcóolica média da bebida é de 40%. Eita!

Leia também: Por que visitar o México?

Chiclete

Para onde iam todas as moedinhas que te davam quando você era criança? Provavelmente pro baleiro da porta da sua escola. Entre os produtos adquiridos, o chiclete. Ele também está lá quando você vai para uma saidinha com os amigos e tem chances de encontrar o crush.
Essa guloseima surgiu no México, apesar de ter sido lançada como produto oficialmente nos Estados Unidos. Acontece que antigamente, povos maias costumavam mascar uma goma extraída da árvore Sapota Zapotilla, nativa da região da Península de Yucatán.

A arte de Frida Kahlo

Seja pelas obras carregadas de superação e autoconhecimento, por estampas divertidas em produtos ou por ser uma figura associada ao movimento feminista, você em algum momento já teve contato com o nome Frida Kahlo.

A artista surrealista, apesar dela mesma não se considerar parte dessa vanguarda por dizer que não pintava sonhos, mas sua própria realidade, foi super importante para afirmar a identidade nacional mexicana através da arte.

Leia também: Destinos AIESEC – curiosidades sobre o México

Sua experiência com empreendedorismo através do intercâmbio

O México pode marcar ainda mais sua vida. Que tal juntar a vontade de fazer turismo no país com uma oportunidade profissional? Se você possui um perfil proativo e gosta de fazer diferente está na hora de trazer melhorias para o mundo (e para sua carreira também) com nosso programa de estágio internacional, o Empreendedores Globais.

Através dele, é possível ter uma vivência super legal lá fora, auxiliando a realizar um projeto de alguma startup mexicana. O programa costuma durar cerca de 2 a 3 meses e é possível realizá-lo no período de férias. O trabalho não é remunerado, mas conta como uma grande experiência para seu currículo e pra vida mesmo.

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Prazer, Eslováquia!

Você sabe alguma coisa sobre a Eslováquia? Provavelmente não.

 Onde ela fica? Quais são suas comidas típicas? O que tem de legal para conhecer por lá?

Bem, estamos aqui exatamente pra te contar um pouquinho mais sobre esse país europeu tão interessante quanto os destinos convencionais desse continente. Confira!

 Independência

A questão “Eslováquia + República Tcheca = Tchecoslováquia” é meio confusa mesmo.Os países tiveram idas e vindas e por causa dos tempos de união possuem culturas parecidas. Vamos esclarecer essa treta de um jeitinho mais simples:
  • Em 1918, os países firmaram a união.

  • Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1939, ela foi desmembrada, sendo o território eslovaco dominando por um fascista.

  • Após a guerra, a união voltou a existir.

  • Em 1948, a União Soviética ocupou o país com as forças socialistas.

  • Já em 1989, tiveram a Revolução de Veludo, um acontecimento pacífico que conseguiu dar fim ao regime comunista no país.

  • Em 1992, os governos começaram a discutir a separação da Tchecoslováquia.

  • Finalmente, em 1993, Eslováquia e República Tcheca se tornaram independentes.

Leia também: Uma semana em cada país – Eslováquia

Turismo

E para passear na Eslováquia, o que temos de bom?

  • Batislava

A região central da capital possui várias atrações pra quem deseja fazer turismo: jardins, teatros, museus, comércio e até castelo.

 
  • Castelo de Devín

As ruínas do castelo fazem parte do Monumento Cultural Nacional da Eslováquia. Tanto o exterior quanto o interior da construção é bem interessante e as paisagens são incríveis.

  • Demanovska Cave of Liberty

A caverna aberta aos visitantes tem uma beleza incrível, tanto no seu interior quanto nos arredores.

Comida

O assunto comida é sempre uma preocupação na hora de viajar.

Na Eslováquia, a culinária é bem parecida com alguns outros países do leste europeu, tendo uma variedade de sopas, batatas e massas no cardápio.

Conheça alguns pratos populares por lá:

  • Bryndzové Halusky –  Prato feito com queijo de ovelha e bacon frito.

  • Vyprazane Zemiakove Placky – panquecas fritas feitas de batata.

  • Palacinky – Crepes comumente encontrados e recheados, principalmente com chocolate.

Além disso, se você gosta de um bom vinho, o eslovaco tem uma qualidade legal e é barato.

Projetos da AIESEC

Se interessou pelo país e existe a possibilidade de fazer um intercâmbio?

Tente uma vaga pela AIESEC 😀

Uma das frentes mais fortes que temos no país são os intercâmbios voluntários na área de educação. Os projetos estão relacionados com a meta global da ONU número 4: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. Eles visam tornar os jovens da Eslováquia mais cientes das diferenças no mundo e envolvem comunicação intercultural, autoconhecimento e trabalhar tradições do próprio país.

Coisas que você (provavelmente) não sabia sobre a Argentina

A fim de fazer um intercâmbio pra Argentina?

Descubra algumas curiosidades bem legais sobre esse país de cultura super rica, clima “bipolar” e um monte de delícias culinárias.

Veja:

Feriados adaptáveis

“Ah nem, feriado caiu no domingo”. Em Buenos Aires isso não costuma acontecer. Os feriados que não envolvem datas relacionadas à pátria e caem nos finais de semana podem ser remanejados. Como assim? Eles podem ser comemorados durante a semana, numa segunda ou sexta. Que beleza!

Amizades

Muita gente vê argentinos como antipáticos, mas não é bem assim. Eles só costumam ser mais discretos e fechados em seus círculos de amizade (falando de uma forma bem geral). Normalmente eles crescem num grupo menor de amigos e que convivem desde o início da escola com as mesmas amizades.

Cidades “fantasma”

Janeiro, o mês das férias, costuma esvaziar meeeesmo as cidades. Os argentinos costumam ir para o litoral ou viajar para outro país e é um número considerável de pessoas. A cidade fica bem vazia e até o comércio fecha mais cedo.

Tormenta de Santa Rosa

Na Argentina, normalmente em Agosto quando ainda é inverno, existe um fenômeno chamado “Tormenta de Santa Rosa”. Existem duas semanas que o clima oscila bastante, chove muito e as temperaturas sobem consideravelmente. Depois desse período, a temperatura volta a cair drasticamente e o  Inverno volta ao normal como se nada tivesse acontecido.

Tranquilidade

O povo argentino costuma ser mais tranquilo quanto a sua rotina.  Eles costumam fazer muita coisa a pé, demorar muito tempo tomando um café e sempre visitando parques e praças sem ter hora pra voltar.

Primavera

Na Argentina, o  início da Primavera acontece na mesma data em que se comemora o Dia do Estudante. Assim, os alunos costumam não ter aula e poder aproveitar as atrações que existem pela cidade por causa da nova estação. São shows, piqueniques com os amigos e programações em praças.

Quer descobrir muito mais sobre a Argentina ? Faça seu intercâmbio pela AIESEC!

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10 curiosidades sobre a Costa Rica

A  República da Costa Rica  é um país da América Latina, com 4,8 milhões de habitantes, limitado a norte pela Nicarágua, a leste pelo mar do Caribe, a sudeste pelo Panamá e a oeste pelo oceano Pacífico.  A capital é San José, e o país é um dos países democráticos mais consolidados das Américas, e é o único país da América Latina incluso na lista das 22 democracias mais antigas do mundo.

A Gabriela Sinotti e a Carina Aguirre  fizeram um intercâmbio para lá e contaram como foi a escolha do projeto e quais foram as curiosidades que elas perceberam no país:

AIESEC – Como foi a escolha pelo país? 

Gabriela: Uma coisa eu tinha certa: queria fazer o intercâmbio na América Latina. A escolha pela Costa Rica ficou definitiva quando eu comecei a conversar com o VP 15 de iGCDP de lá, ele era sempre incrivelmente simpático, amoroso, receptivo e me falava tudo que eu queria saber sobre o país, foi impossível não me apaixonar. Estando lá vi que essa característica dele não era para me fazer ir para lá, os costarricenses (sim, não é costarriquenhos kkk) são assim mesmo, são pessoas calorosas, simpáticas e que te tiram um sorriso facilmente.

 

     
Gabriela na Costa Rica

Carina:  Em 2014 eu fiz 3 GCDPs, terminei minha graduação em engenharia ambiental, e comecei a trabalhar no setor financeiro de uma empresa de engenharia civil. Já fazia um pouco mais de um ano que eu tinha voltado desses intercâmbios… e eu estava em um momento forte de desmotivação pessoal, parecia que eu não tinha vontade de fazer nada.  Foi aí que eu peguei minhas férias e comecei a buscar outro intercâmbio.   Eu queria algum projeto ambiental, mas que trabalhasse diretamente com a natureza. Dar aulas de conscientização é legal, mas eu queria viver a natureza! Foi difícil achar um projeto assim, mas quando eu li a descrição eu tive certeza que era aquele.

Carina trabalhando na comunidade

AIESEC – Como foi o seu trabalho lá?

 

Gabriela –  Fui para a Costa Rica para dar aulas de português, achei que ia desenvolver pessoas, ensinar a elas meu idioma e minha cultura e no final meus alunos é que se tornaram meus professores. Me ensinaram o espanhol, me apresentaram seus costumes, suas comidas, toda sua diversidade. A Costa Rica é um país paradisíaco, conheci praias lindas, subi em vulcões extintos, vi vulcões ativos de aperto, me apaixonei pelo pôr do sol. Fiquei encantada com o quanto a natureza tem a nos oferecer. Mas no final as minhas melhores memórias são de cada dia de trabalho, de ver meus alunos encantados com o português e eu mais encantada ainda com o amor deles.

Alunos da Gabriela

Carina: O meu projeto era passar 3 semanas em uma comunidade indígena auxiliando com construções de infraestrutura, plantio, conscientização ambiental em escolas indígenas, etc; e outras 2 semanas trabalhando em 2 borboletários, localizados na capital, San José. A primeira semana seria de ambientação na Costa Rica, seminários da AIESEC, conhecer os demais intercambistas e fazer coleta de lixo de uma praia muito poluída.  Esse contato direto com a natureza e a vivência do projeto me ajudaram a me reconectar comigo mesma e minha motivação foi aumentando. Quando eu voltei para o Brasil eu me sentia literalmente com a alma lavada! Além disso, hoje, olhando para tudo que vivi na Costa Rica, posso dizer que aprendi muito sobre o que considero ser a essência do curso no qual me formei na faculdade.

Carina nadando com os indígenas

 

As duas fizeram uma lista sobre as curiosidades desse lindíssimo país, vem ver:

 

#1: Pura Vida!

Não tem como não começar por isso: “Pura vida” foram as palavras que eu mais ouvi em meu intercâmbio todo! Se diz “pura vida” para dizer “obrigada”, “olá”, “tchau”, “não tem problema”, “não há de que”, ” que uma pessoa que é ‘gente boa'”….você pode usar praticamente tudo! hahaha significa um estado de presença, de ver o positivo da vida, de ser feliz com a vida como ela é. Pura Vida é uma junção das belezas do país com a forma de viver dos ticos.

 

#2:Tico e Tica 

Os costarricenses se denominam tico tica, que vem do sufixo “tico” usado para dizer que algo é pequeno. Como em pouquinho, eles não dizem “poquito” e sim “poquitico”.

 

#3: Pais sem exército #País mais feliz do mundo

O exército foi abolido na Costa Rica em 1948 (faz 68 anos!!). Não apenas os costarricenses se consideram o país mais feliz do mundo, algumas pesquisas estão aí para ajudar na comprovação. Eu não conheço todos os países do mundo, mas realmente não duvido que seja mesmo! =D

 

#4: Pessoas altas 

Pessoas altas passam alguns apertos, já que seus ônibus tem pouco espaço entre um banco e outro e todos são muito antigos. Eu que tenho 1,60 me senti desconfortável em várias viagens.

 

#5: 100 metros é igual a um quarteirão

Esta informação é importante quando você vai pedir informação, e alguém, super solicito, vem te explicar: “caminhe 100 metros, vire ao norte, caminhe mais 300 metros e logo vire para oeste”. Além disso, nenhuma rua tem nome e as casas não possuem número, é uma loucura só. No máximo algumas ruas terão números, mas é sempre muito confuso. Você precisa conhecer os pontos da cidade se quiser chegar a algum lugar.

 

#6: Gallopinto

Se você é turista, cuidado quando diz que quer comer comidas típicas ou prepare-se para comer gallo pinto no café, almoço e janta. Sim, praticamente em todas as refeições se come arroz misturado com um feijão escuro. Mas é bem gostoso.Outra coisa interessante é que se come bastante no café! tirei uma foto de um café da manhã completo.ps1. é claro que existem muitas outras comidas típicas muito gostosas, mas gallo pinto está em todos os lugares! heheps2. Não se espante se alguém chegar para vc e dizer que comeu “pintouevo” (tradução: pinto com ovos) no café da manhã, é apenas arroz, feijão e ovos de galinha XD

#7: Belezas naturais

Lugares lindíssimos para se conhecer desde praias, trilhas, montanhas, e vulcões, além de possuir bastante turismo de aventura. A floresta e as praias do oceano pacifico que conheci, não são tão diferentes das brasileiras, mas com certeza são muito bonitas. Apenas fique atento com seus pertences heheh um guaxinim roubou um lencinho que estava dentro da minha bolsa em uma praia uma vez. Vi vários macaquinhos roubando comida dos turistas também. A fauna interage bastante com a turistada nos Parques Nacionais!

 

#8: Espanhol enrolado

As pessoas na capital, San José, falam espanhol com um sotaque bem diferente. Para nós, seria como falar com uma pessoa que vive no interior de São Paulo, eles puxam muito o “R”! Eu tenho para mim, que é por causa da quantidade de gringos que, há tempos, estão lá por toda parte…parece que eles pegaram um pouco seu jeito de falar.

#9: Meio Ambiente

Mesmo sendo um país tão pequeno 26% de todo seu território são reservas e parques naturais. Eles possuem muitas áreas de conservação florestal e Parques Nacionais! Achei fantástico! Dá para ver que realmente se preocupam com a preservação do meio ambiente. Talvez esse seja o segredo de serem tão “pura vida”!

#10: População indígena Bribripa Kaneblo

É um dos maiores povos indígenas ainda existentes na Costa Rica. Eles estão espalhados em diversas áreas, alguns povos não tem contato com as cidades e estão em locais de bem difícil acesso. A comunidade onde Carina ficou, ainda mantém sua filosofia, histórias, medicina e muitos costumes, porém estão próximos a uma pequena cidade, podendo ir e vir de ônibus. A infraestrutura deles para receber voluntários é muito boa!!

 

Quer viver uma experiência “Pura Vida” como Carina e Gabriela? Conheça os projetos da AIESEC. 

10 curiosidades sobre o Egito

 

O Jhonatas Nilson resolveu se aplicar a uma vaga de intercâmbio pela AIESEC, pois buscava algo que o desafiasse como pessoa e que o fizesse crescer como ser humano. E foi por isso que ele resolveu optar pelo Egito.  “Eu  sabia que a cultura seria totalmente diferente, assim como as comidas e a religião, por isso respirei bem fundo e pensei comigo mesmo: -‘Não há motivos para esperar mais, chegou a hora de desafiar a mim mesmo!’ ” 

 

Jhonatas viveu momentos incríveis no Egito: “Sair por aí vestindo uma roupa que mais parece um vestido, tomar chá no deserto, dançar em um barco nas águas do Nilo e até mesmo andar de balão. Hoje quando lembro de todas as coisas que fiz por lá, tudo o que posso fazer é me perguntar o porque de não haver feito a minha mala e ido para lá antes!”, conta o estudante. 

 

No Egito, mais do que ter a oportunidade de visitar paisagens maravilhosas e provar comidas extremamente saborosas, ganhei o que considero ser o mais importante de todos os presentes: memórias e amizades que levarei para sempre comigo. Lá eu soube que era possível realizar muito mais coisas do que eu imaginava ser capaz. E descobri que o mundo, tão grande como ele é, está só esperando para ser explorado, seja uma cidade aqui do lado ou em um país tão distante quanto o Egito.  Jhonatas  Nilson

 

E, claro, mal posso esperar para visitar de novo aquele lugar tão cheio de mistérios, pois sinto que ainda há muito o que descobrir!

 

                                      10 curiosidades do Egito: 

#1. Os egípcios simplesmente não dormem. É possível encontrar pessoas caminhando normalmente nas ruas, tomando chá ou fumando shisha ás duas da manhã!

#2. O trânsito é uma loucura! Não é só na Índia que você irá encontrar carros e motos amontoados nas avenidas indo e vindo sem nenhuma lógica aparente, no Egito as coisas podem ser ainda mais estranhas. Tenho que admitir que eu precisei de um tempinho para me acostumar ao trânsito caótico no dia a dia.

#3.  Os egípcios são extremamente amigáveis. Mais de uma vez, quando estava em algum supermercado ou rede de fast food, passei alguns minutos a mais conversando com os vendedores. Eles gostam de ver e conhecer os estrangeiros que estão no país.

#4. Eles usam barcos, chamados de “falouka”, para realizar baladas nas águas do rio Nilo.

 

#5. É possível notar um grande respeito dos homens para com as mulheres, algo que quebrou certos preconceitos que eu tinha antes de vir para cá.

#6. O Egito é um país onde as pessoas amam o futebol, talvez mais do que os próprios brasileiros. E, claro que isso não podia faltar, quase sempre me lembravam da surra que o Brasil levou da Alemanha.

#7. Barganhar é a palavra de ouro por lá! Seja você um nativo ou apenas turista, sempre será necessário negociar com o vendedor caso queira conseguir um bom preço no produto. No início era um pouco cansativo, mas quando me acostumei passei até a achar interessante esse jogo para ver quem tem o maior poder de persuasão.

#8. Egito, definitivamente, não é feito apenas de pirâmides e camelos. Por lá podemos encontrar praias maravilhosas e desconhecidas por grande parte dos turistas.

 

#9. Comida é muito barata, mas roupa não! Era incrível que com apenas algumas moedas eu podia comprar comidas deliciosas, no entanto as roupas eram extremamente caras.

#10.  Os homens usam muito a palavra “habibi” quando estão conversando entre si. Isso em árabe quer dizer “querido”, mas eles usam como se fosse “mano” ou “cara” em português.

 

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Indonésia: um pedaço do paraíso

Na semana passada, a Colômbia deixou todo mundo boquiaberto com as belezas naturais de Barranquilla e Cartagena, despertando aquela vontade de pegar as malas e fugir para algum desses paraísos naturais. E o destino da vez vai elevar essa vontade à milésima potência. É amigos, desembarcamos na Indonésia, o maior arquipélago do mundo, com exatamente 17.508 ilhas.

Localizada entre o sudeste asiático e a Austrália, a Indonésia, assim como o Egito, é uma país transcontinental e uma rota importante no comércio China-Índia desde o século VI. A capital Jacarta, na ilha de Java, é a mais populosa. E quem conheceu esse país cheio de belezas naturais foi o Felipe Ramalho. Vamos saber como ele se saiu por lá durante o intercâmbio, além de conhecer algumas curiosidades sobre a Indonésia. Olha só como foi o nosso papo:

AIESEC: Quais os motivos de você querer fazer um intercâmbio e por que escolheu ir para a Indonésia?

Felipe: Sabia que essa experiência traria um enriquecimento ao meu currículo, além de querer gerar esse impacto positivo na sociedade. Escolhi a Indonésia porque queria um lugar com cultura, costumes, modo de vida, enfim, tudo diferente da minha realidade atual. Sem contar as paisagens e as praias.

AIESEC: Conta um pouco como era o projeto que você participou?

Felipe: O nome do projeto era “Run for the Children” e teve duração de oito semanas na cidade de Malang. Dava aula de inglês básico em uma escola, um orfanato de meninas mulçumanas e em uma comunidade sem nenhuma estrutura educacional para crianças entre 11 e 17 anos. Falava sobre liderança, trabalho em equipe, cultura brasileira, entre outros assuntos. Existe um comitê organizador só para tomar conta desse projeto.

AIESEC: O que você sabia sobre o modo de vida e costumes da Indonésia e o que mudou quando você chegou lá?

Felipe: Fui sem muitas expectativas. Imaginava pessoas radicais quanto religião, metódicas quanto aos costumes, fechadas e introvertidas, mas me surpreendi. Encontrei algo totalmente diferente. Surpreendia-me a cada dia!

AIESEC: Tem alguma história engraçada que passou durante a viagem?

Felipe: Tenho várias. Mas essa era constante. Eu, barbudo, com pêlos nas pernas e braços, bem branquinho, me sentia como um extra-terrestre. Por onde eu passava as pessoas me encaravam, umas com caras de impressionadas, outras medo, outras alegres. Dei autógrafos, fui parado várias vezes para tirarem foto comigo, dei algumas entrevistas e fiquei famoso por lá!

AIESEC: Qual foi o papel da AIESEC durante sua estadia fora do Brasil?

Felipe: A AIESEC se responsabilizou pela minha estadia. Morei na casa de uma família, onde tomava café da manhã, almoçava e jantava [em todas as refeições me serviam arroz e frango frito, inclusive no café da manhã. rs]

Colômbia, o único risco é querer ficar

Já conhecemos um pouco da Ucrânia, Egito, Índia, Moçambique, Rússia e agora é a vez de embarcamos em uma viagem para a América do Sul, mais precisamente na Colômbia. A nossa guia pelas belezas do país é a Ana Paula Fernandes, estudante de Administração da cidade de Salvador.

E o que te leva a querer viajar para determinado país? No caso de Ana Paula foi a curiosidade. “Sempre escutei experiências tão fantásticas de amigos e a curiosidade de viver em outro país latino-americano também me motivou”. Como já estava familiarizada com os processos de intercâmbio da AIESEC, Ana deixou as desculpas de lado e se “jogou” nessa experiência sem pensar muito.

O destino foi a cidade de Barranquilla, no norte da Colômbia. Lá, nossa intercambista trabalhou na Fundación Aliarse com crianças de 4 a 6 anos, realizando atividades para estimular o aprendizado do Inglês. Ana Paula conta que conviveu com pessoas de diversos países. “Convivia com pessoas da Irlanda, EUA, Rússia, Curaçao, República Tcheca, entre muitos outros países, e além de ter contato com os alunos menores, ajudávamos os alunos adolescentes na prática da língua inglesa também”, explica.

Sobre o país, Ana conta que muitas das impressões que tinha se baseava nas informações passadas pela mídia, que muitas vezes se resumem nos fatos sobre a violência que acontece no Colômbia. Mas assim como no Brasil não existe só samba, a estudante descobriu a riqueza do país, do povo, incrivelmente simpático, a produção cultural e lugares lindos.

E, além disso, toda a viagem rendeu momentos emocionantes. No último dia de trabalho no projeto, Ana Paula conta que foi organizada uma despedida com doces e músicas para as crianças. “Me lembro de que algumas delas não sabiam que era nosso último dia, e quando descobriram, começaram a nos abraçar pedindo pra não irmos embora. O mais difícil foi não começar a chorar na hora”, conta.

Ter um suporte bacana durante esse processo de adaptação é fundamental. E esse apoio é o que a AIESEC sempre busca oferecer. Para Ana Paula, o maior diferencial do intercâmbio da AIESEC é o foco ser a mudança, tanto do participante quanto dos envolvidos no projeto. “Eu realmente não sou mais a mesma desde que voltei e acredito que causei esse impacto naquelas pessoas que conheci”. Se você também quer viver uma experiência para mudar a sua vida, participe dos nossos programas de intercâmbio. Acesse aqui e saiba todas as informações.

Priviet Rússia!

As terras geladas da Rússia podem parecer um destino inusitado para um intercâmbio, mas elas guardam histórias e lugares centenários muito importantes para o mundo. Da época dos czares, passando pela União Soviética até se tornar república, a Rússia cresceu e se tornou um país em desenvolvimento, compondo o grupo BRICS, junto de Brasil, Índia, China e África do Sul.

De olho na evolução russa, estava a estudante do Recife, Renata Xavier. Ela conta que sempre teve vontade de conhecer pessoas e culturas do mundo inteiro e não tinha dúvidas do crescimento pessoal que uma experiência como essa poderia proporcionar. Daí, para Renata se inscrever no programa Cidadão Global foi um pulo. O pessoal da AIESEC em Recife deu aquele apoio e lá foi ela. Leia nosso bate – papo com a Renata:

AIESEC: Por que você escolheu a Rússia para ser o destino do seu intercâmbio?

Renata: A escolha pela Rússia teve a ver com o momento de evolução econômica que o país, assim como Brasil e os outros países dos BRICS, está vivendo. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar com alunos de Relações Internacionais de uma Universidade na Sibéria, e, dessa forma, conhecer a juventude que vai acompanhar o país nesse novo e bem sucedido momento, logo pareceu a oportunidade ideal para mim.

AIESEC: Como era o projeto que você participou?

Renato: O projeto principal consistia em dar aulas de economia, estrutura política, história e geografia do Brasil para cinco turmas de alunos do curso de Relações Internacionais na Agrarian University, na cidade de Krasnoyarsk. Foi uma oportunidade maravilhosa de interação, em que pude conhecer e me surpreender com a perspectiva do jovem russo sobre o próprio país e o mundo. Além disso, também tive a oportunidade participar de outros três projetos: o ‘Healthlife Style’, o ‘The Day of the City Festival’ e o ‘Cultural Day’, todos como parte do comitê organizador.

AIESEC: Quais eram as suas impressões sobre a Rússia e o que mudou depois quando voltou de lá?

Renata: Enquanto você não tem a oportunidade de realmente conhecer um local ou uma cultura é natural se deixar levar por alguns estereótipos. Eu tinha minhas dúvidas sobre o temperamento do russo, achava que eles eram fechados e algumas vezes até agressivos. Mas isso nada tem a ver com eles, pelo contrário. Eles são bem receptivos e interessados em conhecer o novo e aprender com isso.

AIESEC: Conta pra gente um fato engraçado que você viveu durante a viagem.

Renata: Nos meus primeiros dias na cidade o meu buddy, um membro da AIESEC que te dá um suporte maior, iria me acompanhar nos percursos que precisasse fazer. Sem querer dar trabalho, e pensando estar familiarizada com o local, logo dispensei o meu “guia”. Doce ilusão. No caminho do trabalho acabei descendo na parada de ônibus errada e tive dificuldade em fazer o caminho de volta. Sabendo que precisaria pegar outra condução liguei para o meu buddy e avisei que estava perdida. Questionada sobre o local onde estava, e sem fazer muita ideia, decidi abordar alguém na rua. Assim como no Brasil, não é tão fácil esbarrar com alguém que fale inglês, então sinalizava para que atendessem o meu celular. A cena era mais ou menos essa: “Pajalu star” (‘com licença’, em russo) e apontava loucamente para o celular em minhas mãos. Todos acabavam por desviar o caminho e se recusavam a atender o meu pedido. Foi apenas depois de algum tempo que consegui um indivíduo disposto a atender ao telefone e explicar a minha localização. Somente depois que passou essa situação concluí quão estranha e assustadora devia ser aquela cena.

AIESEC: Qual foi o papel da AIESEC durante sua estadia fora do Brasil?

Renata: O suporte dado pelo escritório da AIESEC em Krasnoyarsk foi essencial para qualidade da minha experiência. Das pequenas coisas, como a companhia nos momentos de lazer, até a organização em aspectos ligados à minha acomodação, permitiram que eu vivenciasse plenamente o meu intercâmbio, muitas vezes esquecendo estar a mais de dez mil quilômetros de casa.

Muito bacana a viagem da Renata né. E fazer uma viagem dessas não é uma realidade distante. Conheça nossos programas de intercâmbio aqui e seja o próximo Cidadão Global da AIESEC. 😉