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Lições de uma cidadã global em Moçambique

  |  Postado por: Dalyan Bastos 29 de agosto de 2012

A galera que escolhe um dos destinos do programa ‘Cidadão Global’ está sempre em busca de algo novo e desafiador. A ideia de viver uma experiência transformadora incentiva a busca por um intercâmbio diferente. A vontade de sair da zona de conforto levou a estudante de odontologia Mariani Schäfer para Maputo, em Moçambique. Tudo com uma ajudinha da AIESEC em Santa Cruz do Sul.

O país fica na costa leste da África e foi uma das colônias de Portugual, se tornando independente em 1975. A capital Maputo é a maior cidade de Moçambique e foi nesta cidade que a Mariani desenvolveu, junto com outros intercambistas, o projeto “Agir Sem Fronteiras”. A preparação inicial aconteceu no Brasil. “Durante nove semanas, desenvolvemos o projeto no Brasil, com o intuito de arrecadar fundos para fazer investimentos em Maputo, onde permanecemos por mais nove semanas”, conta.

No decorrer do trabalho, o grupo atendeu jovens e adultos portadores de malária cerebral, soropositivos e crianças desnutridas. Além disso, ensinaram como cuidar da higiene, da escovação dentária e trabalharam também a alfabetização. Mariani conta que  também houveram atividades lúdicas como jogos de basquete, futebol, danças e pintura, o que tornou o trabalho mais dinâmico.

E um país novo guarda muito mais surpresas do que se imagina. A estudante fala que ver de perto a pobreza em Moçambique foi diferente do que ela imaginava. Mas, por outro lado, as pessoas causaram uma impressão positiva. “O que mais me saltou aos olhos foi ver que, apesar de toda a pobreza, as pessoas continuam a sorrir, demonstrando que tem fé que dias melhores certamente virão”, diz. Uma das surpresas pelas quais Mariani passou foi ser abordada por um menino quando chegava em casa perguntando se ela queria pintar as unhas. “Nunca imaginei que ele pintava unhas, ainda mais em pé e no meio da rua”.

A busca por resultados e o desenvolvimento pessoal e profissional foi um grande desafio no dia-a-dia dos intercambistas. “A garantia de que teríamos alguém sempre disposto a nos orientar e instruir fez toda a diferença”, conta Mariani sobre o papel da AIESEC durante a viagem. A lição final dessa experiência para ela foi que “às vezes não precisamos de tudo aquilo que pensamos ser indispensável para viver”.

Gostou de conhecer a história da Mariani? Se você também quer fazer parte dessa rede acesse o site da AIESEC e conheça mais sobre o programa Cidadão Global. Aguardamos a sua inscrição. ;)

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Categoria: Cidadão Global, Intercâmbio

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