Empreendedorismo consciente – os negócios sociais

“Ser empreendedor é muito mais do que ter um grande sonho e fazer o seu próprio negócio se tornar realidade.” Esta frase iniciou nossa semana aqui no blog no post dedicado ao início da Semana Global do Empreendedorismo. E se empreender é ser pró-ativo, fazer acontecer e também ser a diferença para a sociedade, imagine poder aliar a capacidade de ganhar dinheiro e fazer a diferença no mundo?

Neste post levantamos uma questão interessante: o terceiro setor tem ótimas iniciativas, mas sofre com a falta de investimento. A iniciativa privada, por sua vez, orientada para obter lucro, não consegue atingir o objetivo de atender a sociedade de forma plena. Por que não unir as duas coisas? Esta é a ideia proposta pelos negócios sociais: encontrar soluções que contemplem a iniciativa privada e do terceiro setor.

O plano de negócio destes empreendimentos considera a inovação como forma de contribuir para a inclusão social e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Trata-se de uma nova forma de empreender que tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e no mundo.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Plano CDE, 50% dos negócios sociais no Brasil estão concentrados na região sudeste e as áreas da Educação, da Cultura e Financeira lideram esta iniciativa. A boa notícia é que, apesar do pouco tempo de existência, a maioria dos negócios já conquistaram a sustentabilidade financeira e alguns já atuam no exterior. Confira mais resultados da pesquisa aqui.

Parceiros da AIESEC no Brasil como a Artemisia e Aoka já possuem cases e experiências interessantes na área. Confira o vídeo da Artemisia, organização pioneira na área no Brasil que busca atrair e formar pessoas qualificadas para atuar na criação e desenvolvimento de um novo modelo de negócio.

A Aoka também investe nesta área e tem como objetivo promover inovação social. Conheça o trabalho desta organização.

Para estas organizações, no mundo pós crise mundial não existe crescimento sem que se considere os impactos sócio-ambientais na formulação e nos custos dos produtos ou serviços oferecidos por qualquer empresa ou atividade comercial. E esta realmente parece ser a tendência.

 

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