Conheça o 3 visões de mundo

A AIESEC in Brazil criou uma ação chamada “3 visões de mundo”,  que será uma série com 3 intercambistas  que vai contar a experiência que cada um está vivendo em uma parte do mundo.  A mesma temática, porém sob 3 perspectivas diferentes.  Até o final de agosto, conheceremos Ana, Antônio e Beatriz.

Conheça um pouco dos 3 selecionados:

Ana Carla Quintero, 21 anos, do escritório da PUC de São Paulo já desembarcou na Índia e contou um pouco pra gente como foi sua primeira impressão e qual vai ser o trabalho desenvolvido por ela em Jaipur.

 “Meu projeto se chama W.A.R. – War Against Rape,( Guerra Contra o Estupro) e nós vamos trabalhar esse assunto com os jovens para que eles sejam mais críticos e comecem a mudar a sociedade. Vamos fazer apresentações em escolas e universidades sobre isso pra quebrar esse tabu. É aquela velha história “se não falamos sobre isso, não existe”, e temos que falar, especialmente aqui! Essa semana vamos começar a saber mais sobre os primeiros passos, porque somos nós que vamos fazer todo o marketing do projeto e promover mesmo, sabe?”

 

Antônio Carlos de Almeida Bispo, 21 anos, do escritório de Recife desembarcou na Cidade do México e contou como ele vai compartilhar seu conhecimento com outras pessoas.

O meu projeto aqui na cidade do México, é para ensinar português para universitários e jovens! É minha primeira experiência como professor e eu acredito que ela vai me ajudar a ter mais habilidade para falar com as pessoas e claro, me mostrar um mundo que antes, eu só assistia como aluno!”

 

Beatriz Malheiros e Silva Soares, 18 anos, da AIESEC de Teresina já chegou a Córdoba na Argentina e contou pra gente como será o desenvolvimento do seu projeto “The Andes Way – Marketing”.

“O “The Andes Way – Marketing”,  é um projeto em que eu trabalho na ‘Comunidad Empresaria’, um lugar gigantesco que é como uma organização privada sem fins lucrativos. Esse lugar é muito interessante porque é formado por um grupo de empresários que decidiram trabalhar juntos sustentavelmente (na verdade, mais para o bem sustentável), criando um espaço de encontro, debate e opiniões para refletir sobre todos esses problemas da realidade em que vivem atualmente. O que eu percebi (mesmo em pouco tempo de trabalho) é que esses empresários contribuem um valor significativo para a comunidade mais carente de recursos, e traçam diretrizes no respeito pela diversidade. Eu trabalho no back office dessas “boas ações”, na parte administrativa. Diretamente com outra brasileira e outras três argentinas, e a rotina de trabalho aqui  são cerca de 20 horas semanais”

 

Primeira impressão

Agora que vocês já conhecem os 3 escolhidos, saiba quais foram as primeiras impressões dos intercambistas em solos desconhecidos.

“Na Índia todas as casinhas são parecidas, espaçosas e altas. Os indianos prezam muito pelas famílias e pela proximidade entre os parentes, então é comum ver famílias grandes vivendo na mesma casa. As crianças sempre brincam na rua e aqui onde moro tem muitas famílias que ficam nos olhando andar, a hospitalidade deles com estrangeiros é incrível! Eles realmente se preocupam com nossa passagem por aqui, querem saber mais sobre nosso país e dão várias dicas de lugares que deveríamos ir.” Ana – Índia

 

 

“Vir ao México e não comer tacos, é como ir ao Brasil e não tomar caipirinha. Praticamente em cada esquina é possível encontrar uma barraquinha que vende tacos e o melhor, é muito barato. O preço fica em torno de 10 a 15 pesos (mais ou menos 2 reais). A comida mexicana tem MUITA pimenta, o que foi um pouco difícil para mim no começo, já que no Brasil, eu não comia nada com pimenta, mas agora acho que já me acostumei! O que pra mim foi diferente também, é o fato de comer essas comidas de rua com a mão. Guardanapos, são apenas para limpar sua mão após comer. ” Antônio – México

 

 

 “Numa experiência como essa as coisas acontecem de forma muito intensa em pouquíssimo tempo. São muitas muitas mudanças (desculpa, mas o computador da argentina não existe cedilha, e se existe, não consigo encontrar ), novos hábitos, novas rotinas, novas descobertas… Vivo com uma família tradicional cordobesa, que me faz ver a importância das pequenas coisas. No país que disseram que só encontraria pessoas arrogantes e desonestas, eu só consegui encontrar amor.” Bia – Argentina

 

Para saber mais da viagem da Ana, do Antônio e da Bia e acompanhar  as 3 visões de mundo é só ficar ligado nas redes sociais da AIESEC.  Muitas novidades estão por vir, e aí o que achou das primeiras impressões do pessoal?

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