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Como a AIESEC te transforma em um cidadão do mundo?

  |  Postado por: AIESECo do Blog 24 de fevereiro de 2016

Anne Eickenberg resolveu se aventurar nas Terras de Drácula. Durante 7 semanas ela foi responsável por levar a cultura brasileira  e dar aulas de inglês para mais de 160 crianças de 6 à 8 anos de Timisoara na Romênia. “Viver a Romênia foi, sem dúvidas, a melhor experiência que tive até então. Não sei se devo essa memória tão incrível aos lugares por onde estive, ou as pessoas que fizeram comigo, o Let’s GO! acontecer. Pessoas essas que hoje chamo de segunda família, que foram aquelas meninas encantadoras de olhos puxados com quem dividi um dormitório de faculdade recheado de perrengues. Acredito e luto hoje para que mais jovens também vivam a mesma experiência que tive, o mundo é cheio de surpresas, e vivê-las é sem dúvidas, viciante.   “Eu conheci a AIESEC  quando uma comissão foi até minha sala de aula explicar como tudo funcionava. Fiquei bem interessada pela proposta, primeiramente por ser um diferencial pro currículo “trabalho voluntário no exterior”, hoje em dia isso me soa tão egoísta. Vou agradecer aquele pessoal até o fim da minha vida, foi graças a eles que eu vivi a experiência mais incrível da minha vida,” conta Anne.  Eu, cidadã do mundo

“Eu sempre quis viajar, conhecer o mundo. Eu tenho uma filosofia pessoal que diz: “Se não nascemos como árvores, presos a um mesmo lugar tem que ser por uma razão”.

Anne conta como foi a escolha pela Romênia.  ”Acho que na verdade foi a Romênia que me escolheu. Desde o primeiro momento em que pisei lá, me senti como se tivesse sido predestinada a estar lá! Espera, vou explicar. Desde o início quando comecei a procurar por uma vaga, eu priorizei o projeto, independente do lugar, o curioso foi: que todas as minhas entrevistas foram com cidades romenas. Ir pra Timisoara foi um verdadeiro presente do acaso, hoje sei que não poderia existir lugar no mundo melhor que Timis e que sou uma pessoa de sorte por ter tido a oportunidade de conhecer o verdadeiro paraíso na terra.”   Depois da viagem Anne se sentiu impactada pelo projeto e resolveu fazer daquilo uma missão. “Quando eu voltei da minha experiência eu resolvi entrar pra AIESEC, com a missão de fazer “todo mundo sentir a mesma revolução que senti em mim”, o sentimento de estar mudando uma sociedade é tão forte que tenho certeza que se a prática de intercâmbios sociais fosse frequente, viveríamos em um mundo muito melhor. Mas, ainda estou trabalhando nisso.” Depois de uma experiência incrível, Anne gostaria de desbravar outros países e viver novas aventuras. “Adoraria conhecer a Tailândia, Bulgária ou México. Acho que muito se fala em ser cidadão e tudo mais, mas não há experiência maior que ser um cidadão do mundo. Fazendo parte de um projeto que mude realidades locais, não há dinheiro no mundo que pague o sorriso de uma criança contente com teu trabalho. Tu se sente o ser mais amado do mundo, só fazendo um Intercâmbio desses pra entender algo assim. Inexplicável.”     “Hoje afirmo que uma das melhores partes do meu intercâmbio eu passei ao lado das crianças, das quais recebi um monte de cartinhas e outros desenhos, verdadeiras obras de arte, não há sensação mais linda no mundo do que eles dizerem que vão sentir tua falta, ou então quando vem correndo te abraçar quando te veem pelo corredor. “Anne est: cea mai tare” – “Anne você é a melhor””

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