Templo Hampi - Amanda e o Elefante

5 coisas que a Índia me ensinou

 

Meu nome é Amanda. Aos 22 anos eu estava num momento bem tranquilo da minha vida. Estava me formando em Publicidade e Propaganda e com um emprego na área. Naquela época eu não tinha muita vontade de buscar coisas novas.

Depois de um mês no Canadá, onde estudei inglês, voltei no embalo de viver um intercâmbio de maior duração. No meio das várias possibilidades, resolvi escolher uma experiência em que eu pudesse trabalhar e viver essa adrenalina multicultural ao mesmo tempo. Uma amiga minha falou sobre a AIESEC e eu resolvi comprar a ideia de desenvolvimento de liderança da organização.

Sai da minha primeira visita ao escritório da AIESEC em Belo Horizonte falando que iria para a Índia, participar do Talentos Globais . Alguns meses depois eu estava olhando por uma janela de avião. Cheguei a Mumbai em Junho de 2015 para trabalhar com marketing em uma escola por quase um ano. O que eu aprendi foi muito além de pesquisas de mercado e eventos de divulgação.

 

1 – A me virar

 

Viver sozinha em um país desconhecido te lembra a todo momento que você precisa se virar. Existem coisas simples que morando com os pais ou na sua própria cidade você não se dá conta. E também existem os imprevistos. Tudo isso é por sua conta e risco. Uma hora precisa ser feito, então a gente aprende a solucionar!

 

2- Conhecer mais sobre essa tal de Amanda

Quando eu estava lá eu refletia muito sobre mim. O que eu estava fazendo na vida? O que eu queria fazer na verdade? Como seria meu futuro? Essas perguntas que eu sei muito bem que todos vocês devem se fazer.  Todos os questionamentos que eu fiz refletem hoje em quem eu sou e principalmente na pessoa que eu procuro ser. E sim, eu encontrei mais dúvidas do que respostas, mas foram essas dúvidas que me colocaram para frente.

 

3- Me interessar por assuntos além dos meus próprios problemas

Conhecer outras realidades me fez sentir muito mais responsável pelo que acontece nos outros lugares do mundo. Apesar de culturas diferentes temos problemas muito similares. Comecei a acreditar que tomar responsabilidade por eles é uma obrigação nossa como pessoa. Depois de um intercâmbio, passamos a sentir parte daquele lugar e indiretamente de todos os outros do mundo. Eu passei a me preocupar com a Índia da mesma forma que nos preocupamos com nosso país.

 

4- Ter vontade de fazer acontecer para outras pessoas

 

Durante meu intercâmbio eu conheci diversas pessoas que faziam parte da AIESEC. Eu via nessas pessoas qualidades que eu queria ter, e mais que isso eu via um trabalho que eu queria realizar. Voltei para o Brasil e me inscrevi para o processo seletivo da organização.

Atualmente eu sou uma pessoa muito mais ativa. Fazer parte da AIESEC me proporciona ajudar, mesmo que indiretamente a tornar o mundo melhor, já que incentivamos as pessoas pessoas  a  serem mais conscientes dos problemas que existem. Hoje eu dou oportunidade para que as pessoas façam coisas que vão ajudá-las a se desenvolver.

5 – Criar meu próprio conceito de satisfação profissional

 

Trabalho para mim agora tem que ter um propósito maior do que apenas ganhar dinheiro.  Eu quero poder, dentro da minha área, impactar outras pessoas e fazê-las encontrarem a melhor versão delas mesmas, assim como eu busco a minha todos os dias.

Quer descobrir o que a Índia (ou o mundo) tem para te ensinar? Vem conhecer um pouco mais sobre o Talentos Globais!

 

Cynthia Salomé

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